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Salpingectomia - Custo, Indicações, Preparo, Riscos e Recuperação

24 de dezembro de 2025
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A salpingectomia é um procedimento cirúrgico que envolve a remoção de uma ou ambas as trompas de Falópio. As trompas de Falópio são componentes essenciais do sistema reprodutivo feminino, servindo como vias de transporte dos óvulos dos ovários para o útero. Este procedimento pode ser realizado por diversos motivos médicos, incluindo o tratamento de certas condições ginecológicas, a prevenção de problemas de saúde futuros ou como parte de uma intervenção cirúrgica mais ampla.

O principal objetivo de uma salpingectomia é tratar condições que possam representar um risco para a saúde reprodutiva ou o bem-estar geral da mulher. Ao remover as trompas de Falópio, os profissionais de saúde visam aliviar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida da paciente. A salpingectomia pode ser realizada por meio de diferentes técnicas cirúrgicas, incluindo a laparoscopia (minimamente invasiva) e a cirurgia aberta, dependendo das circunstâncias específicas e do estado de saúde da paciente.
 

Por que é realizada a salpingectomia?

A salpingectomia é geralmente recomendada por diversos motivos, frequentemente relacionados a condições médicas subjacentes que afetam as trompas de Falópio ou o sistema reprodutivo como um todo. Algumas das indicações mais comuns para este procedimento incluem:

  • Gravidez ectópica: Uma das razões mais urgentes para uma salpingectomia é a gravidez ectópica, na qual o óvulo fertilizado se implanta fora do útero, geralmente em uma trompa de Falópio. Essa condição pode levar a complicações graves, incluindo hemorragia interna, e requer intervenção cirúrgica imediata.
  • Doença Inflamatória Pélvica (DIP): A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção dos órgãos reprodutivos femininos, frequentemente causada por infecções sexualmente transmissíveis. A DIP crônica pode levar à formação de cicatrizes e obstruções nas trompas de Falópio, resultando em dor e infertilidade. Em casos graves, pode ser necessária uma salpingectomia para remover as trompas afetadas.
  • Ligadura Tubária: Algumas mulheres optam pela salpingectomia como método contraceptivo permanente. Com a remoção das trompas de Falópio, as chances de gravidez são significativamente reduzidas, tornando-se um método eficaz para quem não deseja engravidar no futuro.
  • Câncer de ovário ou outros tumores: Nos casos em que há presença de câncer, particularmente câncer de ovário, uma salpingectomia pode ser realizada como parte de um plano cirúrgico mais amplo para remover os tecidos cancerosos e prevenir a disseminação da doença.
  • Hidrossalpinge: Essa condição ocorre quando uma das trompas de Falópio fica obstruída e se enche de líquido, causando dor e possível infertilidade. A salpingectomia pode aliviar os sintomas e aumentar as chances de concepção, caso a outra trompa esteja saudável.
  • Abortos recorrentes: Em alguns casos, mulheres com histórico de abortos espontâneos recorrentes podem ser aconselhadas a se submeterem a uma salpingectomia se houver evidências de doença tubária contribuindo para as perdas gestacionais.

A decisão de realizar uma salpingectomia é tomada após cuidadosa avaliação dos sintomas da paciente, seu histórico médico e seu estado geral de saúde. É fundamental que as pacientes discutam detalhadamente suas opções com seu médico para compreender os benefícios e os riscos associados ao procedimento.
 

Indicações para salpingectomia

Diversas situações clínicas e achados diagnósticos podem indicar a necessidade de uma salpingectomia. Entre eles:

  • Diagnóstico de gravidez ectópica: Se exames de imagem, como uma ultrassonografia, revelarem uma gravidez ectópica, uma salpingectomia pode ser necessária para prevenir complicações potencialmente fatais.
  • Dor Pélvica Crônica: Mulheres que apresentam dor pélvica persistente, especialmente se associada a histórico de doença inflamatória pélvica (DIP) ou outros problemas de saúde reprodutiva, podem ser candidatas à salpingectomia caso outros tratamentos tenham falhado.
  • Problemas de infertilidade: Mulheres com histórico de infertilidade relacionada a fatores tubários, como obstruções ou danos às trompas de Falópio, podem ser avaliadas para salpingectomia como parte de seu plano de tratamento.
  • Resultados anormais em exames de imagem: Exames de imagem, como a histerossalpingografia (HSG) ou a laparoscopia, podem revelar anormalidades nas trompas de Falópio, como obstruções ou acúmulo de líquido, o que pode levar à necessidade de intervenção cirúrgica.
  • Diagnóstico de Câncer: Se uma paciente for diagnosticada com câncer de ovário ou outra neoplasia maligna que afete as trompas de Falópio, a salpingectomia pode fazer parte do tratamento cirúrgico para remover o tecido canceroso.
  • Gravidez ectópica recorrente: Mulheres que já tiveram múltiplas gestações ectópicas podem ser aconselhadas a realizar uma salpingectomia para reduzir o risco de recorrências futuras.
  • Diagnóstico de hidrossalpinge: Se exames de imagem indicarem a presença de hidrossalpinge, uma salpingectomia pode ser recomendada para aliviar os sintomas e melhorar os resultados de fertilidade.

Em resumo, a salpingectomia é um procedimento cirúrgico importante que pode tratar diversos problemas de saúde reprodutiva. É fundamental que as pacientes conversem abertamente com seus médicos para entender os motivos do procedimento, os resultados esperados e o processo de recuperação envolvido.
 

Contraindicações para salpingectomia

Embora a salpingectomia seja um procedimento cirúrgico comum, certas condições ou fatores podem tornar uma paciente inadequada para essa operação. Compreender essas contraindicações é crucial tanto para pacientes quanto para profissionais de saúde, a fim de garantir segurança e resultados ótimos.

  • Infecções ativas: Pacientes com infecções pélvicas ativas, como a doença inflamatória pélvica (DIP), podem não ser candidatas adequadas para salpingectomia. A cirurgia na presença de infecção pode levar a complicações e agravar o quadro da paciente.
  • Condições médicas graves: Indivíduos com doenças subjacentes graves, como diabetes descontrolada, doenças cardíacas ou problemas respiratórios, podem enfrentar riscos aumentados durante a cirurgia. Uma avaliação completa por um profissional de saúde é essencial para determinar se os benefícios do procedimento superam os riscos.
  • Reações alérgicas: Pacientes com alergia conhecida à anestesia ou a medicamentos específicos utilizados durante o procedimento devem informar sua equipe de saúde. Medicamentos ou técnicas alternativas podem ser necessários para garantir a segurança do paciente.
  • Gravidez: A salpingectomia não é realizada em gestantes. Caso seja constatada gravidez durante a avaliação pré-operatória, o procedimento será adiado para depois do parto.
  • Distúrbios da coagulação: Pacientes com distúrbios hemorrágicos ou em terapia anticoagulante podem apresentar maior risco de sangramento excessivo durante e após o procedimento. Uma avaliação cuidadosa do estado de coagulação do paciente é necessária antes de prosseguir.
  • Obesidade: Embora não seja uma contraindicação absoluta, a obesidade pode complicar procedimentos cirúrgicos. Ela pode aumentar o risco de complicações anestésicas e afetar a recuperação. Os cirurgiões podem recomendar estratégias de perda de peso antes de considerar a cirurgia.
  • Cirurgias abdominais anteriores: Pacientes com histórico de cirurgias abdominais extensas podem apresentar aderências que complicam a salpingectomia. Uma revisão completa do histórico cirúrgico é essencial para avaliar a viabilidade do procedimento.
  • Preferência do paciente: Em alguns casos, os pacientes podem optar por evitar a cirurgia devido a crenças ou preocupações pessoais. É importante que os profissionais de saúde respeitem essas preferências, ao mesmo tempo que fornecem informações completas sobre o procedimento e suas implicações.
     

Como se preparar para a salpingectomia

A preparação para uma salpingectomia envolve várias etapas para garantir uma experiência cirúrgica tranquila e segura. As pacientes devem seguir estas instruções, exames e precauções pré-procedimento:

  • Consulta com o profissional de saúde: Antes do procedimento, os pacientes devem ter uma consulta detalhada com seu profissional de saúde. Essa conversa deve abordar os motivos da cirurgia, os riscos potenciais e os resultados esperados.
  • Revisão do histórico médico: Os pacientes precisarão fornecer um histórico médico completo, incluindo medicamentos, alergias e cirurgias anteriores. Essas informações ajudam a equipe de saúde a avaliar a adequação do paciente ao procedimento.
  • Exame físico: Será realizado um exame físico completo para avaliar a saúde geral do paciente e identificar quaisquer problemas potenciais que possam afetar a cirurgia.
  • Testes laboratoriais: Exames de sangue, incluindo hemograma completo e perfil de coagulação, podem ser necessários para avaliar a saúde do paciente e garantir que ele esteja apto para a cirurgia. Exames de urina e testes de gravidez também podem ser realizados.
  • Estudos de imagem: Dependendo do estado da paciente, exames de imagem, como ultrassonografias ou tomografias computadorizadas, podem ser solicitados para fornecer uma imagem mais clara dos órgãos reprodutivos e de quaisquer problemas subjacentes.
  • Ajustes de medicação: Os pacientes podem precisar ajustar ou suspender certos medicamentos antes do procedimento, especialmente anticoagulantes ou anti-inflamatórios. É fundamental seguir as instruções do profissional de saúde em relação ao controle da medicação.
  • Instruções de jejum: Normalmente, recomenda-se aos pacientes que se abstenham de comer ou beber durante um período específico antes da cirurgia, geralmente começando na noite anterior. Isso é importante para reduzir o risco de complicações durante a anestesia.
  • Arranjos de transporte: Como a salpingectomia geralmente é realizada sob anestesia geral, as pacientes devem providenciar alguém para levá-las para casa após o procedimento. Não é seguro dirigir imediatamente após a cirurgia.
  • Planejamento de cuidados pós-operatórios: Os pacientes devem se preparar para a recuperação providenciando ajuda em casa, principalmente nos primeiros dias após a cirurgia. Isso pode incluir auxílio com atividades diárias e cuidados com crianças, se necessário.
  • Preparação Emocional: É normal sentir ansiedade antes de uma cirurgia. Os pacientes devem reservar um tempo para discutir quaisquer preocupações com seu médico e considerar técnicas de relaxamento para ajudar a controlar o estresse pré-operatório.
     

Salpingectomia: Procedimento passo a passo

Compreender o procedimento de salpingectomia pode ajudar a aliviar a ansiedade e preparar as pacientes para o que esperar. Aqui está uma visão geral passo a passo do processo:

  • Preparação pré-operatória: No dia da cirurgia, os pacientes chegarão ao centro cirúrgico. Farão o check-in e um(a) enfermeiro(a) revisará seu histórico médico e confirmará o procedimento. Os pacientes vestirão um avental hospitalar e poderão receber um acesso intravenoso (IV) para administração de medicamentos e fluidos.
  • Administração de anestesia: Antes do início do procedimento, um anestesiologista administrará a anestesia. A maioria dos pacientes recebe anestesia geral, o que significa que estarão dormindo e inconscientes durante a cirurgia. Em alguns casos, pode ser utilizada anestesia regional.
  • Incisão Cirúrgica: O cirurgião fará uma incisão no abdômen. Isso pode ser feito por meio de cirurgia aberta tradicional ou por laparoscopia, que envolve incisões menores e o uso de uma câmera para guiar o procedimento. A cirurgia laparoscópica geralmente resulta em menos dor e recuperação mais rápida.
  • Remoção das trompas de Falópio: Após obter acesso à cavidade abdominal, o cirurgião localizará as trompas de Falópio. As trompas serão cuidadosamente dissecadas dos tecidos e vasos sanguíneos circundantes. Em seguida, o cirurgião removerá a(s) trompa(s) de Falópio afetada(s), minimizando os danos às estruturas adjacentes.
  • Fechamento de Incisões: Após a remoção das trompas de Falópio, o cirurgião inspecionará a área para verificar se há sangramento e garantir que tudo esteja em ordem. As incisões serão fechadas com suturas ou grampos cirúrgicos e curativos estéreis serão aplicados.
  • Sala de recuperação: Após o procedimento, os pacientes serão levados para uma sala de recuperação, onde serão monitorados enquanto despertam da anestesia. Os sinais vitais serão verificados regularmente e os pacientes poderão receber medicação para dor, conforme necessário.
  • Instruções pós-operatórias: Após estabilização, os pacientes receberão instruções sobre os cuidados pós-operatórios, incluindo controle da dor, restrições de atividades e sinais de complicações a serem observados. Eles também serão informados sobre as consultas de acompanhamento.
  • Descarga: A maioria dos pacientes pode ir para casa no mesmo dia da cirurgia, embora alguns possam precisar passar a noite em observação. É essencial que um adulto responsável os acompanhe até em casa.
  • Cuidados de acompanhamento: Normalmente, uma consulta de acompanhamento será agendada dentro de uma ou duas semanas após a cirurgia para monitorar a cicatrização e esclarecer quaisquer dúvidas. Os pacientes devem comparecer a essa consulta e comunicar quaisquer sintomas incomuns.
     

Riscos e complicações da salpingectomia

Como qualquer procedimento cirúrgico, a salpingectomia apresenta certos riscos e possíveis complicações. Embora muitas pacientes se submetam ao procedimento sem problemas, é importante estar ciente dos riscos, tanto comuns quanto raros.
 

  • Riscos Comuns:
    • Infecção: Existe risco de infecção no local da incisão ou na cavidade pélvica. Os pacientes podem receber prescrição de antibióticos para reduzir esse risco.
    • Sangramento: Algum sangramento é esperado, mas sangramento excessivo pode exigir intervenção adicional. Os cirurgiões tomam precauções para minimizar esse risco.
    • Dor: A dor pós-operatória é comum e geralmente pode ser controlada com analgésicos prescritos. Os pacientes devem relatar qualquer dor intensa ou que piore ao seu médico.
    • Cicatrizes: As incisões cirúrgicas deixam cicatrizes, que podem atenuar com o tempo, mas também podem ser permanentes.
       
  • Riscos Raros:
    • Danos a órgãos adjacentes: Existe um pequeno risco de lesão acidental a órgãos próximos, como a bexiga, os intestinos ou o útero, durante o procedimento.
    • Complicações da anestesia: Embora raras, alguns pacientes podem apresentar reações adversas à anestesia, incluindo problemas respiratórios ou reações alérgicas.
    • Coágulos sanguíneos: A cirurgia pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos nas pernas ou nos pulmões. Os pacientes são frequentemente aconselhados a se movimentar o mais rápido possível após a cirurgia para reduzir esse risco.
    • Dor crônica: Algumas pessoas podem apresentar dor pélvica crônica após o procedimento, o que pode ser difícil de controlar.
       
  • Impacto emocional: As pacientes podem apresentar alterações emocionais após uma salpingectomia, especialmente se o procedimento foi realizado devido à infertilidade ou outros problemas de saúde reprodutiva. O apoio de profissionais de saúde, aconselhamento ou grupos de apoio pode ser benéfico.

Em conclusão, a salpingectomia é um procedimento cirúrgico importante com contraindicações específicas, etapas de preparo e riscos potenciais. Compreender esses aspectos pode ajudar as pacientes a tomar decisões informadas e a se preparar para um resultado bem-sucedido. Sempre consulte um profissional de saúde para obter aconselhamento e orientações personalizados, adequados às suas necessidades individuais.
 

Recuperação após salpingectomia

A recuperação de uma salpingectomia, que envolve a remoção cirúrgica de uma ou ambas as trompas de Falópio, é uma fase crucial que pode impactar significativamente sua saúde e bem-estar geral. O tempo de recuperação pode variar dependendo das condições de saúde individuais, da extensão da cirurgia e se ela foi realizada por laparoscopia ou por meio de um procedimento aberto.
 

Cronograma de recuperação esperado

  • Período pós-operatório imediato (0-24 horas): Após a cirurgia, você será monitorado em uma área de recuperação. É possível que sinta alguma dor e desconforto, que podem ser controlados com medicamentos prescritos. É comum sentir-se sonolento devido à anestesia.
  • Primeira semana: A maioria dos pacientes pode voltar para casa um ou dois dias após a cirurgia laparoscópica. A cirurgia aberta pode exigir uma internação hospitalar mais longa. Durante a primeira semana, o repouso é essencial. Você pode sentir dor leve a moderada, que deve melhorar gradualmente. Siga as instruções do seu cirurgião em relação ao controle da dor e às restrições de atividades.
  • Duas semanas: Ao final da segunda semana, muitos pacientes já podem retomar atividades leves, como caminhadas e tarefas domésticas simples. No entanto, levantar objetos pesados ​​e praticar exercícios extenuantes ainda devem ser evitados.
  • Quatro a seis semanas: A maioria dos pacientes pode retornar às suas atividades normais, incluindo o trabalho, dentro de quatro a seis semanas, dependendo do progresso da recuperação e do tipo de cirurgia realizada. Consultas de acompanhamento com seu médico ajudarão a avaliar sua cicatrização.
     

Dicas de cuidados posteriores

  • Gerenciamento da dor: Use os analgésicos prescritos conforme as instruções. Analgésicos de venda livre também podem ser recomendados.
  • Tratamento de feridas: Mantenha o local da cirurgia limpo e seco. Siga as instruções do seu cirurgião para a troca de curativos.
  • Dieta: Uma dieta equilibrada, rica em frutas, verduras e proteínas, pode auxiliar na recuperação. Mantenha-se hidratado e evite refeições pesadas inicialmente.
  • Restrições de atividades: Evite atividades extenuantes, levantar objetos pesados ​​e relações sexuais por pelo menos quatro a seis semanas após a cirurgia.
  • Sinais de complicações: Fique atento a sinais de infecção, como aumento da vermelhidão, inchaço ou secreção no local da incisão, e relate imediatamente ao seu médico qualquer dor intensa ou febre.
     

Benefícios da Salpingectomia

A salpingectomia oferece diversos benefícios para a saúde e pode melhorar significativamente a qualidade de vida de muitas mulheres. Aqui estão algumas das principais vantagens:

  • Redução do risco de gravidez ectópica: Ao remover as trompas de Falópio, elimina-se o risco de gravidez ectópica, que pode ser fatal.
  • Gestão de determinadas condições: A salpingectomia pode ser uma opção de tratamento para condições como hidrossalpinge, doença inflamatória pélvica ou endometriose, levando ao alívio dos sintomas e à melhora da saúde reprodutiva.
  • Considerações sobre fertilidade: Para mulheres que não desejam engravidar, a salpingectomia pode servir como um método contraceptivo permanente. É importante discutir as opções de preservação da fertilidade com seu médico caso você planeje engravidar no futuro.
  • Melhoria da Qualidade de Vida: Muitas mulheres relatam uma melhora na saúde e no bem-estar geral após o procedimento, principalmente se sofriam de dor crônica ou outras complicações relacionadas às trompas de Falópio.
     

Custo da salpingectomia na Índia

O custo médio de uma salpingectomia na Índia varia de ₹50,000 a ₹1,50,000.
 

Perguntas frequentes sobre salpingectomia

  • O que devo comer antes da cirurgia?
    É fundamental seguir as instruções dietéticas do seu cirurgião antes da cirurgia. Geralmente, recomenda-se fazer refeições leves e evitar alimentos pesados ​​ou gordurosos. A ingestão de líquidos claros costuma ser recomendada na noite anterior ao procedimento.
  • Posso tomar meus medicamentos regulares antes da cirurgia? 
    Discuta todos os medicamentos que você está tomando com seu médico. Alguns medicamentos podem precisar ser suspensos ou ajustados antes da cirurgia, especialmente anticoagulantes ou suplementos.
  • O que posso comer após a cirurgia? 
    Após a cirurgia, comece com líquidos claros e introduza gradualmente alimentos leves. Evite refeições picantes ou pesadas inicialmente. Concentre-se em uma dieta equilibrada para auxiliar na recuperação.
  • Quanto tempo vou estar no hospital?
    A maioria das pacientes submetidas à salpingectomia laparoscópica permanece internada por 1 a 2 dias, enquanto aquelas submetidas à cirurgia aberta podem necessitar de uma internação hospitalar mais longa. Seu cirurgião fornecerá orientações específicas com base em sua situação.
  • Quando posso retomar as atividades normais?
    Atividades leves geralmente podem ser retomadas em duas semanas, enquanto atividades mais intensas devem aguardar de quatro a seis semanas. Siga sempre as orientações do seu cirurgião.
  • Existem efeitos a longo prazo da salpingectomia? 
    Embora a salpingectomia possa afetar a fertilidade, muitas mulheres experimentam melhora na saúde e redução do risco de complicações. Converse sobre suas preocupações com seu médico.
  • Quais sinais devo observar após a cirurgia?
    Fique atento a sinais de infecção, como febre, aumento da dor ou secreção incomum no local da incisão. Entre em contato com seu médico se apresentar esses sintomas.
  • Posso engravidar após uma salpingectomia?
    Se ambas as trompas de Falópio forem removidas, a concepção natural não será possível. No entanto, se uma das trompas permanecer, a gravidez ainda poderá ser possível. Converse com seu médico sobre as opções de fertilidade.
  • Existe algum cuidado especial para pacientes idosos? 
    Pacientes idosos podem necessitar de monitoramento e apoio adicionais durante a recuperação. Certifique-se de que tenham assistência em casa e sigam rigorosamente todas as instruções de cuidados pós-operatórios.
  • E quanto aos cuidados pediátricos relacionados à salpingectomia? 
    A salpingectomia geralmente não é realizada em pacientes pediátricas. Se uma paciente jovem necessitar de procedimentos semelhantes, é essencial consultar um pediatra para o tratamento adequado.
  • Como posso controlar a dor após a cirurgia? 
    Use os analgésicos prescritos conforme as instruções. Aplicar uma bolsa de água quente no abdômen também pode ajudar a aliviar o desconforto. O repouso é fundamental para a recuperação.
  • Quando posso voltar ao trabalho? 
    A maioria dos pacientes pode retornar ao trabalho dentro de quatro a seis semanas, dependendo do tipo de cirurgia e da recuperação individual. Discuta sua situação específica com seu médico.
  • E se eu tiver histórico de coágulos sanguíneos? 
    Informe seu cirurgião sobre qualquer histórico de coágulos sanguíneos, pois isso pode afetar seu plano cirúrgico e de recuperação. Medidas preventivas podem ser tomadas.
  • Posso dirigir depois da cirurgia? 
    É aconselhável evitar dirigir por pelo menos uma semana ou até que você não esteja mais tomando analgésicos que possam prejudicar sua capacidade de dirigir com segurança.
  • E se eu sentir náuseas após a cirurgia?
    A náusea pode ser um efeito colateral da anestesia. Se persistir, entre em contato com seu profissional de saúde para obter orientações sobre como lidar com ela de forma eficaz.
  • É normal sentir-se emotivo após uma cirurgia?
    Sim, as alterações hormonais e o estresse físico da cirurgia podem causar oscilações emocionais. Se os sentimentos de tristeza ou ansiedade persistirem, considere conversar sobre eles com um profissional de saúde.
  • Como posso apoiar minha recuperação?
    Priorize o repouso, mantenha uma dieta saudável, hidrate-se bem e siga todas as instruções de cuidados pós-operatórios. Caminhadas leves também podem promover a circulação e a cicatrização.
  • Que cuidados de acompanhamento precisarei?
    As consultas de acompanhamento são essenciais para monitorar sua recuperação. Seu cirurgião agendará essas consultas e fornecerá orientações sobre o que esperar.
  • Posso tomar suplementos de ervas após a cirurgia?
    Consulte seu profissional de saúde antes de tomar qualquer suplemento à base de ervas, pois alguns podem interferir na cicatrização ou interagir com medicamentos.
  • E se eu tiver preocupações sobre minha recuperação? 
    Sinta-se sempre à vontade para entrar em contato com seu profissional de saúde caso tenha alguma dúvida ou preocupação durante sua recuperação. A comunicação aberta é fundamental para um processo de cura bem-sucedido.
     

Conclusão

A salpingectomia é um procedimento cirúrgico importante que pode proporcionar benefícios essenciais à saúde e melhorar a qualidade de vida de muitas mulheres. Seja para o tratamento de condições médicas ou como método contraceptivo permanente, é fundamental compreender o procedimento, a recuperação e os possíveis resultados. Se você tiver dúvidas ou preocupações sobre a salpingectomia, é essencial conversar com um profissional de saúde que possa oferecer aconselhamento e apoio personalizados, adaptados às suas necessidades.

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Aviso Legal: Estas informações são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte seu médico para preocupações médicas.

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